Não acredita!
 
 
 
Quem em sã consciência
               pode explicar            
              a maldade,            
essa malevolência
que é o separar?
 
Quem aqui,
num só fôlego,
sem franzir o rosto,
     sem desviar o olho    
       pode  ver  decência
nesse modo de agir, atuar?
 
A mão que estraga,
         jamais consola,
              jamais afaga         
              e só vai embora          
depois que penetra a adaga.
 
O que essa pessoa disser,
por favor, não acredita!
Pode ser homem ou mulher,
belo ou bonita.
 
A mim, sua palabra soa
como tudo que magoa
por ser cruel.
 
Se ela se satisfaz
em ver alguém sozinha,
qual folha caída,
não vive em Paz com a vida,
exala fel!
 

 

 

 

 

 

 
 
 

 
                
 
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