Lampejos
elisasantos
Lampejos que
vislumbram cenas
Sedução, emoção em telas silentes
Nítidas saem do
passado embaçando
As orquídeas que em sua fragilidade
Tentam encantar
-me, do passado tirar-me
O ato que
prevalece, à outrora remete-me,
Envolta nos braços do sonho, acasalado
Aos desejos, atiçado no jogo de pernas
Enlaçadas... brigando com a
solidão
O presente
ressente-se, pressente
Quando ausente ser em minha mente
Somente um
divagar que acrescente leveza,
Para que em gozo sempre esteja no jardim
Em êxtase,
com as belas flores, à natureza integrar-me!
Publicado no Recanto das Letras em 08/08/2006
Código do texto:
T211956