A flor estampada
em um grito morto
Meus ouvidos cansados
ainda ouvir
Um concerto de
Mozart, adágio solto
À minha alma exposta,
amor colorir!
Caminhos
singulares irão seguir
Deitada a seda
acariciante provocar
À pele sensível
extasiada de ais
Colher teus dedos
calmos, beijar!
Em meu sono
povoado de beijos
Saúdo os campos de
prata raiados
Onde a lua rutila em
louvores
Desfaz a tela e se
perde ao te amar!